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Estado do Rio

Mais um capítulo da novela Fórmula 1 no Rio

 

O promotor do GP Brasil, Tamas Rohonyi, rejeitou a proposta realizada pelo governador do Rio, Wilson Witzel, de um possível revezamento para o Rio sediar as provas de Fórmula com São Paulo.

Essa ideia completamente estapafúrdia sugerida pelo governador é considerada por Tamas “inviável” do ponto de vista logístico. Segundo ele, para que isso fosse viável,  “teria de ter duas infraestruturas caríssimas, duas equipes fixas, uma em cada cidade”.

Ele diz ainda que São Paulo tem anos de planejamento e “know-how”, é treinamento da polícia, das equipes da Prefeitura, corpo médico . Isso, fora fornecedores, entre outras coisas.

Enquanto Witzel joga conversa fora, Crivella enrola não licitando o autódromo. O presidente Jair Bolsonaro fez reunião mas, nenhum dos três negociou a tal “promoter fee” – uma taxa que cada GP precisa desembolsar anualmente para receber a badalada categoria. O valor varia de US$ 20 milhões (R$ 76 milhões) a US$ 40 milhões (R$ 152 milhões). São Paulo é isenta dessa taxa. Já a proposta carioca à direção da F-1 incluiria o pagamento desse valor.

 

Alguém pode me explicar que grupo privado construirá um autódromo (via PPP) sem contrato com a F1 mas com protocolos, normas de engenharia e segurança de uma pista de F1?
Fui administrador do autódromo de Jacarepaguá. É muita exigência e é caro! Sem o governo entrando pra valer, é enganação!

 

Fico impressionado com tanto amadorismo.

 

Segue a matéria que saiu no Estadão.