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Novidades no Rocha Faria e no Albert Schweitzer

No sábado de Carnaval, eu e o secretário de Saúde, Daniel Soranz, fomos ao Hospital Rocha Faria, em Campo Grande, para acompanhar o primeiro dia de funcionamento do sistema de controle de ponto por biometria instalado na unidade. Desde quinta, já vem sendo feito o cadastramento dos cerca de 1,7 mil funcionários que vão utilizar o ponto eletrônico. Além disso, desde sábado, dia 6, a escala dos médicos plantonistas da emergência começou a ser disponibilizada no site da Secretaria Municipal de Saúde. Com o sistema, a prefeitura consegue mensurar exatamente o quanto cada um está trabalhando, sabe quem está faltando e quando. Todos os hospitais municipais administrados por organizações sociais já possuem esse dispositivo. Ambas medidas – o ponto e a divulgação da escala de médicos da emergência – buscam dar transparência à gestão da unidade.

Em um mês de administração pela Prefeitura do Rio, já dá para perceber as mudanças implantadas, tanto no Rocha Faria, quanto no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo.  Com a municipalização, todas as pendências financeiras foram pagas e as unidades atualmente não têm mais dívidas com fornecedores. Para os próximos meses estão previstos investimentos de mais R$ 36 milhões em reformas, climatização, novos equipamentos e mobiliário. O orçamento para 2016 é de R$ 336 milhões para as duas unidades.

Com os dois hospitais inseridos na rede municipal, a SMS passou a oferecer 4.173 leitos – a maior rede de leitos hospitalares do país – e a ser responsável por quase 100% dos nascimentos em maternidades públicas da cidade (são cerca de 50 mil partos realizados por ano na rede de atenção do município). Passamos de um investimento de 21% de orçamento anual para 25% na área da saúde, acima do que determina a legislação. Este ano o gasto previsto para o setor é de mais de R$ 5 bilhões.

Os dados mostram que continuamos trabalhando para acertar todos os fluxos e processos nos hospitais. Nesse período, já fizemos a recomposição de todas as escalas de plantão, recuperamos equipamentos que estavam sem funcionar, como o tomógrafo do Rocha Faria, e reduzimos a taxa de ocupação do hospital de 150% para cerca de 100%, além de realizarmos melhorias estruturais.

Carnaval: um grande teste

No período de Carnaval, entre os dias 5 e 10, o Rocha Faria realizou 1853 atendimentos de urgência e emergência – o equivalente a mais de 370 pessoas atendidas por dia somente nesse setor. Em cinco dias, foram realizados 64 partos somente nesse hospital – sendo 42 partos normais. Também foram realizadas 31 cirurgias. Lembrando que o ponto eletrônico já estava valendo desde sábado.

Já o Hospital Municipal Albert Schweitzer atendeu 1389 pessoas na Urgência e Emergência e realizou 44 partos – oito por dia, sendo, no total, 31 partos normais. Foram realizadas 50 cirurgias na unidade.