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Trabalho sem hora pra acabar

Ainda nesta quinta, no final da noite, retornei ao Albert Schweitzer para uma visita não programada. O objetivo foi ter contato com a rotina real do atendimento, em todas as suas  qualidades e deficiências. E o que vi me deixou muito satisfeito, por mais que haja muito a ser feito pela melhoria no serviço.

Pelos corredores, funcionários esperançosos e gratos; pacientes sendo transferidos para unidades aptas a atendê-los – como Salgado Filho e Miguel Couto; profissionais entusiasmados com melhorias anunciadas, como a adoção do prontuário eletrônico, que na rede municipal já é uma realidade.

Em um dos encontros mais emocionantes da madrugada, tive a oportunidade de confortar dona Nilza, que teve garantida a cirurgia no fêmur fraturado. Ela estava a caminho do Salgado Filho quando nos encontramos. Imediatamente me lembrei da minha avó Thereza, que teve a mesma fratura, e da minha angústia em vê-la hospitalizada, o que a deprimia.

Fico feliz em saber que o caso da Dona Nilza caminha pra um final feliz, por isso a a meta do atendimento humanizado, integrado e moderno será perseguida insistentemente na municipalização do Albert e do Rocha Faria – este em alguns dias.