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O dinheiro público tem que ser usado com responsabilidade e respeito!

 

Todos os meus projetos são na linha do equilíbrio fiscal e de ajustar as contas públicas. Acabamos de aprovar a Reforma da Previdência, pedimos que todo mundo fizesse sua cota de sacrifício para economizar recursos públicos. E aí vem um projeto para aumentar o Fundo Eleitoral Partidário de R$1,7 bilhão para R$3,7 bilhões?!

Se esse projeto passar, levaria o custeio total do funcionamento dos partidos a R$ 4,6 bilhões em 2020, somando-se o fundo eleitoral pretendido e o fundo partidário já disponível.

 

Isso é inadmissível, uma contradição usar dinheiro público para as eleições, para a política. É um contrassenso, uma afronta à população e ao País que enfrenta uma grave crise fiscal, com mais de 13 milhões de desempregados. Nosso déficit primário é de R$139 bilhões, já se autorizou este ano (não com o meu voto) a emissão de dívida de R$248 bilhões para pagar despesas correntes, o que é absolutamente irrazoável. A dívida pública brasileira já chega a 75% do PIB. Ou seja, se não reduzirmos e qualificarmos o gasto do governo, o país não cresce!

 

A eleição passada provou que é possível fazer eleição com os recursos públicos disponíveis, e não foram poucos. Não faz sentido aumentar o gasto com as eleições. Precisamos é estimular o engajamento cívico: que pessoas físicas doem e dependamos menos de onerar os cofres públicos.

 

O Brasil precisa, sim, melhorar a qualidade do gasto estatal, aumentar sua produtividade no setor público. Fazer com menos e muito melhor!