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Regime de Recuperação Fiscal influencia na escolha dos secretários de Fazenda

Como relator do Regime de Recuperação Fiscal e principal defensor do programa, fiquei muito feliz ao saber que os governadores eleitos do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais escalaram como secretários de Fazenda técnicos que acompanharam de perto as negociações do RRF, como foi divulgado pela matéria publicada no jornal O Estado de São Paulo, e repercutida nos principais veículos.

No Rio Grande do Sul, o governador Eduardo Leite (PSDB) nomeou Marco Aurélio Santos Cardoso, que me aconselhou na relatoria do projeto que originou a Lei Complementar 159, que criou o RRF, e também foi secretário de Fazenda da prefeitura do Rio durante a gestão do prefeito Eduardo Paes. Um economista e profundo especialista no assunto e conhecedor de todos os detalhes do programa. Tenho certeza de que Cardoso vai conseguir acelerar o processo de adesão do RS ao RRF e cumprir o que precisa ser cumprido.

Já em Minas, o futuro secretário será ninguém menos do que Gustavo Barbosa, que foi secretário de Fazenda do Estado até o início do ano, e acompanhou todo o processo pelo qual o Rio passou para ingressar no RRF. Dois craques que sabem de cor o que exige a lei e vão tirar de letra.

Espero que no Rio, o futuro secretário de Fazenda e Planejamento,  Luiz Claudio Rodrigues de Carvalho, que foi anunciado semana passada pelo  governador eleito, Wilson Witzel, também mergulhe de cabeça no programa para cumprir com disciplina e rigor o que está previsto na lei e no contrato do Rio.